segunda-feira, 2 de junho de 2014

Filmes que retratam campanhas e profissionais da publicidade

Apresento uma lista de filmes que valem a pena ser assistidos por todos aqueles que curtem a atividade publicitária. Há ambientações em agências de propaganda, nos bastidores de campanhas políticas, em agências de pesquisa e até no hospício... Alguns são muito divertidos, outros nos fazem pensar...  



1. “No”

2012 - origem: Chile - direção: Pablo Larraín.

Acha que conhece job roubada? Pega esse.

Estamos no Chile em pleno late 80′s quando você, jovem e promissor publicitário, é convidado pela oposição a encabeçar uma campanha contra a ditadura de Pinochet.
O figurão, temendo a pressão internacional, convoca um referendo questionando sua permanência no poder, resumido na simples pergunta: Si ou No? – Pareceu suspeito?
Muito bem. O cenário é opressivo, ameaças são constantes, seu chefe está do lado oposto, a equipe é pequena e a verba é curta.  Agora convença milhões de chilenos a dizerem: No.
Essa é a missão de Saavedra, personagem estrelado por Gael García Bernal.
Porque não bastava o roteiro foda, a fotografia granulada é linda.
E sim, a publicidade pode operar pequenos milagres. Imperdível.


2. “Lemonade”

2009 - origem: EUA - direção: Marc Colucci

E quando acaba o glamour? A crise financeira de 2008 mandou vários publicitários americanos a limparem seus desktops. Demitidos sim, pero, ainda criativos.

Lemonade é o documentário que relata a jornada e reviravoltas tresloucadas de uma turma “you’re hired” que não tinha nos planos entregar-se. Resultado: o mercado ganhou novos artistas, vendedores de café, professores de yoga.`
Curtinho, Lemonade é aquele filme que inspira qualquer um a reinventar-se.
Anda desmotivado com tropeços? Talvez seja aquele pedala de que você precisa.
Pertinente, atual, refrescante e… pronto para consumo.


3. “Medianeras – Buenos Aires na era do amor virtual”
2011 - origem: Argentina - direção: Gustavo Taretto
“Medianeras” são chamadas paredes cegas de prédios, aquelas que por proximidade ou estrutura, não podem abrir janelas. Resultado: geralmente se tornam espaços para fixar empenas, outdoors e demais conteúdos publicitários.

Lembrou das aulas de semiótica? Pois é. O filme argentino vai muito além do romance água-com-açúcar entre Mariana & Martín, casal que decide rasgar a bolha virtual e abandonar suas pequenas misérias para viver um romance mais.. analógico.
Estética moderna, trabalho de edição primoroso e trilha sonora de bater pézinho. Um filme referência para todo e qualquer comunicólogo.


4. “Milk”

2008 - origem: EUA - diretor: Gus Van Sant

São Francisco nem sempre foi a cidade gay friendly da famosa: “If you’re going to Saan Francisco, be sure to use some flowers in your hair..”  Existe um nome bastante emblemático por trás dela: Harvey Milk. Interpretado pelo super Sean Penn, – que aliás, ganhou a estatueta de ouro pelo papel – o filme narra toda a trajetória da campanha de Milk contra os abusos aos homossexuais perseguidos e assassinados na cidade. O próprio Milk seria assassinado anos depois. Mas sua vitória permanece.

Quer três razões? Entrego quatro: Dirigido por Gus Van Sant, Sean Penn como protagonista, história verídica & a mecânica de toda propaganda/articulação da coisa. Propaganda, mesmo. do primitivo: propagar ideias.
Milk é envolvedor.


5. “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”

1999 - origem: Brasil - diretor: Marcelo Masagão

Bem-vindos ao roll dos filmes em estado de arte.  Podem fazer ola, porque ele é brasileiro. A história dos pequenos e grandes personagens do século XX, esse século marco da humanidade. Trata-se de uma compilação de imagens reais e um pouquinho de faz de conta, também.  Belíssimo trabalho de edição.

Para cultura geral de qualquer publicitário. Para entender onde estamos. E quem somos.
Eu que não ligo pra futebol, me arrepio com as frações de mané garrincha versus Fred Astaire. Para embalar, trilha de Wim Mertens. Primoroso.


6. “O som ao redor”

2012 - origem: Brasil - diretor: Kléber Mendonça Filho

Mais um para orgulho nacional.

Há tempos publicitários não tiram os olhos dela: a nova classe média brasileira. Mas está aqui uma percepção ainda mais moderna: ela é velha.
O filme recifense é um retrato do Brasil mediano, inflado pela mediocridade e o tempo das vacas gordas do consumo. Qualquer coisa de Casa-grande & Senzala em tempos atuais. Enorme sensibilidade. Ironia fina. Está no top ten melhores filmes do New York Times.


7. “Obrigado por fumar”

2006 - origem: EUA - diretor: Jaison Reitman

A saga do lobista e porta-voz em defesa das grandes indústrias de tabaco e seus fumantes.  Nick Naylor é desmedido, daqueles que atropela quem passar pela frente. Daqueles filmes que começa com jeitão de “shame on you, corporations” e termina com jeitão de “shame on you, everybody”, revela as traquinagens e bastidores por trás da comunicação. O nojinho inerente vale o despertar crítico e a facada na inocência. Lots of humor americano.

8. “A rede social”

2010 - origem: EUA - diretor: David Fincher

Ok, a esmagadora maioria já deve ter assitido. Mas aqui vai o apelo do: assista novamente. Fincher, o diretor, é mestre ágil de roteiros fracionados. Dirigiu Clube da Luta & Benjamin Button.
A rede social vai muito além da gênesis facebookiana de Harvard ao quase apocalipse, é um retrato das relações da geração y, suas aspirações e travas sociais. O Zuckerberg de Fincher é o anti-herói, daqueles que você torce por e vez em quando tem vontade de dar uns tapas.
O filme se enquadra na lista “obrigatório”.  E ah, que demais o trailer embalado em Radiohead.


9. “Art & Copy”

2009 - origem: EUA - diretor: Doug Pray

O documentário americano te apresenta as grandes cabeças do mad world da propaganda. George Lois, Mary Wells, Dan Wieden, Lee Clow, Hal Riney. Gente que você pode não saber que existe – mas já esbarrou com seu trabalho em algum momento. Os monstros criativos, resgatados dos anos dourados falam sobre seus desafios e frustrações – e acertos, claro.

A Criação não é apenas para os fortes . É para os incansáveis, também.
E como propriedade intelecutal, Art & Copy é uma porrada. Assistir vale a surra.

10. “Amor por contrato”

2009 - origem: EUA - diretor: Derrick Borte

Merchandising velocidade 5 com jeito de Show de Truman.

Amor por contrato conta a história da fictícia LifeImage, empresa especializada em marketing invisível. O plano: implantar uma família fake perfeita com ares de doriana para vender aos vizinhos seu lifestyle – e por tabela, produtos. Os idolatrados em pouco tempo tornam-se a referência aos conhecidos.
Debochado e curioso. Daqueles que você pensa: “imagina se..”
Meninos, sorriam. Tem Demi Moore no pacote.


11. The Truman Show (O Show de Truman: O Show da Vida )
1998 - origem: EUA - diretor: Peter Weir
Estrelado por Jim Carrey, o filme mostra a vida de Truman Burbank, um homem que inicialmente não sabe que está vivendo na realidade construída de um programa da televisão, transmitido 24 horas por dia para bilhões de pessoas ao redor do mundo. Truman começa a suspeitar da realidade e embarca em uma busca para descobrir a verdade de sua vida. Também no elenco estão Laura Linney, Noah Emmerich, Natascha McElhone e Ed Harris.

12. O quarto poder
1997 - origem: EUA - diretor: Costa Gravas
O quarto poder é uma expressão utilizada para descrever a influência da mídia (meios de comunicação de massa) em alusão aos outros três poderes do Estado democrático (Legislativo, Executivo e Judiciário). Esta expressão refere-se ao uso da mídia (jornal, revista, rádio e televisão) com o intuito de manipular a opinião pública, a ponto de ditar regras de comportamento, influenciar as escolhas dos indivíduos e, por fim, forçar a alteração da própria sociedade.
Sobre o tema existe um filme assim nomeado em português, cujo título original é "Mad City (cidade louca - em tradução literal)". O filme discute o poder dos meios de comunicação de massa sobre a opinião pública, fazendo uma espécie de jogo com as emoções. O filme fala do poder e dos métodos de manipulação da mídia para favorecer os interesses de particulares, e da conquista de público cativo (audiência). Com Dustin Hoffmann e John Travolta .

13. Mera Coincidência
- origem: EUA - diretor: Barry Levinson
O presidente dos Estados Unidos (Michael Belson), a poucos dias antes da eleição, se vê envolvido em um escândalo sexual e, diante deste quadro, não vê muita chance de ser reeleito. Assim, um dos seus assessores entra em contato com um produtor de Hollywood (Dustin Hoffman) para que este "invente" uma guerra na Albânia, na qual o presidente poderia ajudar a terminar, além de desviar a atenção pública para outro fato bem mais apropriado para interesses eleitoreiros. Com  Dustin Hoffman, Robert de Niro, Denis Leary.

14. Os Candidatos 
2012 - origem: EUA -diretor: Jay Roach
Cam Brady (Will Ferrell) é um político calejado, que conhece bem o meio em que trabalha, mas às vésperas do período eleitoral ele realiza um comício que foi um verdadeiro fiasco. Para tirar proveito do momento ruim de Brady, um grupo de empresários milionários resolve investir em um candidato capaz de concorrer com o veterano nas eleições, o inexperiente Marty Huggins (Zach Galifianakis). Marty, que trabalhava no ramo do turismo, aos poucos vai ganhando jogo de cintura e o carisma necessário para preocupar Brady. O dia de votar se aproxima, a tensão entre os dois candidatos cresce e eles vão fazer de tudo para se dar bem nas urnas.

15. Segredos do Poder
1998 - origem: - EUA - diretor: Mike Nichols
Jovem idealista junta-se ao comitê para eleger Jack Stanton, governador de estado do sul do Estados Unidos que, ao longo da campanha, comprova sua fama de sedutor incorrigível, causando grandes problemas para seus colaboradores mais próximos.

16. Dave - Presidente por um dia
1993 - origem: EUA - diretor: Ivan Reitman
Dave Kovic (Kevin Kline) é um homem simples com um ótimo coração, que trabalha em uma agência de empregos e faz tudo pelos seus clientes. Mas sua vida sofre uma mudança brusca, pois Dave é um sósia praticamente perfeito de Bill Mitchell, o presidente dos Estados Unidos, e o serviço secreto pediu que Dave faça uma rápida aparição pública enquanto o presidente resolve "importantes assuntos" com Randi (Laura Linney), sua secretária. Durante esta "reunião" Mitchell sofre um forte ataque, que o deixa clinicamente morto. Alan Reed (Kevin Dunn), diretor de comunicações, avisa a imprensa que o presidente teve apenas um pequeno problema circulatório na cabeça e logo estará recuperado. Entretanto, Bob Alexander (Frank Langella), o chefe do Gabinete, maquiavelicamente decidiu transformar a função de Dave de temporária em permanente, pois se relatasse que o presidente está gravemente doente Nance (Ben Kingsley), o vice-presidente, assumiria o cargo. Ao manter este teatro Dave continuaria a se fazer passar por Bill e assim Alexander poderia manipular Dave, que só apoiaria medidas que interessassem a Alexander, que se tornaria na prática o presidente. Além disto, Alexander planeja incriminar o vice-presidente, forçando sua renúncia, e então Dave o nomeará vice-presidente, sendo que depois o "presidente" (Dave) terá um derrame muito mais forte e então Alexander se tornará presidente. Entretanto, existem duas variáveis que ele não considerou: a primeira é Ellen (Sigourney Weaver), a mulher do presidente, que odeia o marido mas o conhece bem e sente que aquele homem não pode ser o presidente, pois ele possui uma ternura que Bill nunca teve e a olha como se fosse uma mulher, algo que Bill não fazia há muito tempo. A outra variável foi o próprio Dave, que sempre ajudou as pessoas e agora se agisse certo poderia fazer muito mais. Além disto, os níveis de popularidade do presidente cresceram muito.

17. Politicamente Incorreto
1998 - origem: EUA - diretor: Warren Beatty
Califórnia, 1996. Jay Bulworth (Warren Beatty) faz campanha para a sua reeleição para o senado pelo Partido Democrata, mas está desiludido com banalidades das campanhas habituais. O casamento dele com Constance (Christine Baranski) parece igualmente sem sentido. No meio de uma crise nervosa, Bulworth está sem dormir ou comer por três dias e consegue uma apólice de seguro de 10 milhões de dólares para si, enquanto planeja o próprio assassinato. Com as horas contadas, Bulworth retorna para Los Angeles e é programado para falar para uma igreja afro-americana. Uma vez lá abandona o discurso preparado enquanto assusta a audiência e Dennis Murphy (Oliver Platt), seu chefe de campanha, improvisando observações verdadeiras em vez da retórica costumeira. Este comportamento ganha a atenção de uma mulher jovem e atraente, Nina (Halle Berry). Bulworth descobre com alegria esta nova forma de aproximação e, após chocar uma audiência em Beverly Hills com outras tiradas, Bulworth convida Nina e as amigas dela para passearem em sua limusine. Aproveitando o tempo que lhe resta, ele fala aos eleitores, inclusive pela televisão, o que pensa sobre minorias, corrupção e outros temas explosivos. Seu interesse em Nina e sua nova visão otimista em relação à vida dá em Bulworth uma vontade de viver, assim telefona para cancelar o golpe, mas não consegue suspender a ordem. Nina lhe oferece um esconderijo na casa da família, veteranos do movimento de direitos civis. Bulworth entra pelos nos passos finais da sua transformação e vai a um canal de televisão para soltar comentários cáusticos até mesmo para a política americana.

18. Sob o domínio do mal
 2004 - origem: EUA - direção:
Ben Marco (Denzel Washington) é um soldado que, em meio a Guerra do Golfo, é sequestrado pelo inimigo, juntamente com sua tropa. Alguns anos depois, já em sua casa, Ben começa a se lembrar do processo de lavagem cerebral pelo qual passou enquanto esteve preso, que fazia com que obedecesse ordens sem contestá-las. Com um de seus companheiros de tropa, Raymond Shaw (Liev Schreiber), agora concorrendo a um cargo na vida política do país, Ben tenta entrar em contato com ele, temendo que ele esteja sendo controlado neste exato momento.

19. Candidato Aloprado
2006 - origem: - EUA - direção: Barry Levinson
Tom Dobbs (Robin Williams) é o anfitrião de um talk show que transforma em comédia fatos políticos. Ele habitualmente "aquece" a platéia antes de entrar no ar e, numa destas vezes, uma desconhecida lhe disse que estava desiludida com os políticos e que ela e seus amigos gostariam que Tom fosse candidato à presidência. Todo o auditório aplaudiu muito esta idéia, mas o assunto morreu ali. No entanto, durante o programa, ao fazer uma entrevista Tom comentou o que acontecera. A resposta foi imediata, pois em três horas chegaram 4 milhões de e-mails pedindo que ele fosse candidato. Em virtude do crescente apoio, ele decide se candidatar. Paralelamente o congresso decidiu que o sistema Delacroix é o mais indicado para apurar as eleições. Isto fez James Hemmings (Rick Roberts), o presidente executivo da empresa, vibrar ao ver a grande alta, que teve as ações de sua companhia. Mas Eleanor Green (Laura Linney), uma programadora que trabalha para Hemmings, constatou que o programa tem falhas. As eleições acontecerão logo e James não tem tempo de resolver o assunto e assumir o erro, pois acarretará numa grande perda de dinheiro. Assim responde a Eleanor que o problema foi resolvido. Mas como nada foi feito Tom, concorrendo em apenas treze estados, vence em todos devido ao erro e consegue 275 votos no colégio eleitoral, o suficiente para ser eleito presidente. Eleanor já entendeu o que aconteceu e, enquanto tenta se aproximar de Tom para explicar a situação, é perseguida por pessoas ligadas a James, que querem impedir que ela fale.

20. Tudo pelo Poder
2011- origem: - EUA - direção: George Clooney
O jovem Stephen Myers (Ryan Gosling) é um idealista. Dedicado, obsessivo e apaixonado por política, trabalha como assessor de imprensa de Mike Morris (George Clooney) governador democrata, candidato a corrida presidencial nos Estados Unidos. Morris conta ainda com a ajuda do experiente Paul (Philip Seymour Hoffman) para derrotar o concorrente, assessorado pelo igualmente experiente Tom Duffy (Paul Giamatti). Durante a briga para definir quem sairá vencedor nas eleições primárias, o staff dos candidatos trava um intenso jogo de poder, onde a sujeira não vai para debaixo do tapete e sim para os noticiários. No meio de batalha pelo poder, Myers ainda encontra tempo para ser pressionado por duas mulheres e razões diferentes: a jornalista Ida (Marisa Tomei) e a estagiária Molly (Evan Rachel Wood).

21. Virada no Jogo
 2012 - origem: EUA - direção: Jay Roach
Durante a campanha presidencial nos Estados Unidos em 2008, o candidato do partido republicano John McCain (Ed Harris) se viu em apuros ao ter que vencer o favorito Barack Obama. Sem muitas cartas na manga, ele é convencido por seus conselheiros a chamar uma mulher para o posto de vice-presidente. Tentando mudar o jogo a seu favor, McCain convoca a polêmica governadora do Alasca Sarah Palin (Julianne Moore) para a função.

22. Filantrópica
2002 - origem:   Romenia  - direção: Nae Caranfil

O filme satiriza a máfia dos serviços de caridade que faz uma mendicância organizada. Pepe é um gênio que dá vida nova aos mendigos de Bucareste, criando novas personalidades e histórias comoventes para atrair mais esmolas. No fim do dia, funcionários de sua organização passam recolhendo o dinheiro nas ruas. 

23. Crazy People
1990 - origem: EUA - direção: Tony Bill
Um publicitário, Emory Leeson (Dudley Moore), atravessa um momento delicado quando sua esposa o abandona. Ele repentinamente tem uma crise de honestidade e cria uma campanha publicitária que é calcada em dizer só a verdade sobre cada produto. Charles F. Drucker (J.T. Walsh), seu chefe, recusa tal idéia, pois a considera absurda e o obriga a se internar para ter tratamento psiquiátrico. Mas o material da campanha equivocadamente é impresso e se torna um enorme sucesso. Emory é chamado de volta mas ele não quer deixar a instituição, pois se apaixonou por Kathy Burgess (Daryl Hannah), uma das pacientes. Ainda internado Emory elabora novas campanhas, sendo ajudado pelos outros internos. Drucker, que no passado recusou a verdade como base de uma campanha, se comporta como o gênio da criação, que fez a mais ousada campanha de marketing.


24. Do que as Mulheres Gostam
2000 - origem: EUA - Nancy Meyers
Após sobreviver a um grave acidente, Nick Marshall (Mel Gibson), um executivo machista que trabalha em Chicago, misteriosamente passa a ter o dom de ler os pensamentos das mulheres. Inicialmente ele usa este novo poder para agradar sua chefe, Darcy Maguire (Helen Hunt), mas aos poucos começa a conhecer melhor a intimidade das mulheres e começa a mudar seu estilo de vida.

25. Kate e Leopold
2002 - origem: EUA - James Mangold
Kate McKay (Meg Ryan) é uma moderna e bem-sucedida executiva do mundo moderno. Ela é a ex-namorada de Stuart (Liev Schreiber), um cientista que descobre um portal dimensional que transporta para os dias atuais, acidentalmente, seu tataravô Leopold (Hugh Jackman), um nobre do século 19. Ainda sem saber como mandá-lo de volta ao seu tempo, Leopold tem agora que enfrentar as mudanças radicais existentes entre a época em que vivia e o século 21. Mas, com o passar do tempo, Kate e Leopold acabam se envolvendo romanticamente.

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